A ÚLTIMA PALAVRA É A PENÚLTIMA 2.0

2014

Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"
Fotos de "A Última Palavra é a Penúltima 2.0"

Nem novidade, nem repetição. Este trabalho do Teatro da Vertigem para 31a Bienal São Paulo se propõe revisitar o já feito. Agora, em um outro tempo, refletir um mesmo espaço de outrora: o acesso subterrâneo da Rua Xavier de Toledo, no centro de São Paulo. Seis anos depois, as questões relativas ao esgotamento, a partir do texto O Esgotado, de Gilles Deleuze, que inspiraram A última palavra é a penúltima, em 2008, parecem ter se potencializado para o grupo, em especial, às condições sociais e suas perspectivas de futuro, aos horizontes de expectativas do que é possível. Um momento de problematizar a ideia de que no próprio esgotamento seria possível encontrar uma força de transformação. Nesta situação, então, como será trabalhar com o mesmo espaço e referencial textual, agora, nessas outras condições? Para refletir essas questões, na construção do trabalho, o elemento da coletividade, característico do processo de criação do Vertigem, participará significativamente. A intervenção contará com a participação do público ocorrendo de duas diferentes formas: espontaneamente, reutilizando o espaço como passagem entre o Viaduto do Chá e a Praça Ramos de Azevedo, e como espectador/ator que participa de um jogo cênico dentro de vitrines. Público, transeuntes e atores se misturam. Todos são colocados em relação, vêem e são vistos, ao mesmo tempo em que ocupam um espaço de passagem atualmente inutilizado.

 

FICHA TÉCNICA

Diretores artísticos

Antônio Araújo

Eliana Monteiro

Diretor técnico e light designer

Guilherme Bonfanti

Atores

Roberto Audio 

Sérgio Pardal 

Mawusi Tulani 

Kathia Bissoli 

Daniel Farias 

Nicolas Gonzales 

Luís Mármora 

Atriz e preparação corporal

Miriam Rinaldi

Lucienne Guedes

Ator colaborador e preparação corporal

Sérgio Siviero

Direção de arte

Laura Vinci

Trilha sonora original

Erico Theobaldo

Engenharia de som

Kako Guirado

Vídeo mapping e operação de vídeo

Grissel Piguillem

Figurinista

Arianne Vitale Cardoso

Assistência de cenografia

Marília Teixeira

Direção de palco

Isabella Neves

Operação de som

Joana Flor

Operação de vídeo

Kuka Batista

Operação de luz

Gabriela Araújo

Contra-regra

Daniel Roque

Assistência figurino

Talita Matos

Direção de produção

Roberta Val e Teatro da Vertigem

Produtora

Beatriz Cyrineo

Assistência de produção

Marcelo Leão

Serviços gerais

Idacy Sousa Lopes

Dalva Cardoso serviços gerais

Assessoria de imprensa

Canal Aberto – Márcia Marques

Design gráfico

Amanda Antunes

por patrícia cividanes 2015